quarta-feira, 25 de março de 2015

Apesar de atingir 7 milhões de brasileiras, a endometriose ainda é desconhecida



Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelou dados alarmantes, cerca de 180 milhões de mulheres no mundo sofrem de endometriose. No Brasil, a doença afeta de 10% a 15% das mulheres em fase reprodutiva, ou seja, cerca de 7 milhões de brasileiras. Mas o problema maior está num outro levantamento, realizado pela Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE) em 2014, que aponta que 53% das entrevistadas desconhecem a endometriose.

Segundo a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), o desconhecimento vem justamente da ausência de sintomas peculiares, uma vez que são facilmente confundidos com cólicas menstruais, rotineiras e frequentes em muitas mulheres, mas diferente desta, a endometriose é uma das principais causas de infertilidade e não tem cura, porém existe tratamento e com o diagnóstico precoce é possível ter controle sobre a doença e até pensar em gestação.

A endometriose é uma doença inflamatória que ocorre quando o tecido que reveste o útero (conhecido como endométrio), se expande fora dele, chegando a lugares onde não deveria crescer, como os ovários e a cavidade abdominal. Esse distúrbio pode surgir a partir da primeira menstruação e por isso, recomenda-se também atenção às adolescentes.

Ainda não se conhece exatamente o porquê a endometriose se desenvolve, mas é sabido que fatores imunológicos, genéticos e hormonais estão associados ao surgimento doença. Clinicamente, na maioria dos casos, 44% das mulheres leva cerca de cinco anos reclamando sobre dores e desconfortos até chegar o diagnóstico definitivo.

Sintomas


Dores pélvicas e durante a relação sexual, menstruações dolorosas, fluxo intenso e alterações no hábito intestinal (diarreia ou obstipação) e urinário indicam a possível presença dessa patologia.

O Dr. Mauricio Abrão, professor associado do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e responsável pelo Setor de Endometriose do Hospital das Clínicas da USP alerta que “Mulheres que passam mais de um ano tentando engravidar e não conseguem, podem ter endometriose devido à alteração nas trompas (obstrução), ovulações imperfeitas, piora na qualidade dos óvulos ou a presença de agentes inflamatórios que dificultam a fecundação do óvulo. Com o diagnóstico precoce, elas têm opções de tratamento que minimizam os impactos no bem-estar diário e possibilita a programação de uma gravidez com tranquilidade. Em caso tardio, as trompas, que são responsáveis por conduzir o óvulo ao útero podem ser comprometidas e os hormônios e o sistema imunológico serem alterados, dificultando uma gravidez”.

Maternidade e tratamento


Segundo dados da Febrasgo, de 30 a 50% das mulheres com endometriose podem ter dificuldade de engravidar, mas apesar da complexidade da doença, para as que sonham em realizar o desejo de serem mães, é possível. Entre as opções de tratamento clínico mais utilizadas está o uso de pílulas contraceptivas orais que reduzem a cólica menstrual e a dor pélvica. No Brasil, é possível encontrar o dienogeste, primeiro tratamento clínico de longo prazo, ministrado por via oral com dose única diária, indicado especificamente paraendometriose.

Assim como a maioria das questões relacionadas à saúde da mulher, a melhor forma de prevenir a endometrioseé com a conscientização para que se chegue ao diagnóstico precoce. Embora ainda não exista a cura da doença, o tratamento disponível possibilita uma rotina com qualidade de vida, bem-estar e planejamento familiar para a realização da maternidade.

Confira a matéria no site Capital News

quarta-feira, 18 de março de 2015

5 cuidados para aliviar os sintomas e incômodos da TPM


Cansaço, irritabilidade, inchaço, dor de cabeça e cólica são alguns dos sintomas mais comuns da tensão pré-menstrual - a velha conhecida TPM, que boa parte das mulheres enfrentam uma vez por mês. Esse conjunto de sentimentos e sintomas físicos aparecem na segunda metade do clico menstrual, como explica a ginecologista Ana Lucia Beltrame. "O início da TPM varia de acordo com cada ciclo, mas frequentemente acontece na semana que antecede a menstruação." Ainda segundo a doutora, é importante reforçar que os sintomas melhoram com o início da menstruação, diferente de alguns transtornos de ansiedade e depressão não relacionados com a menstruação e que podem ser confundidos com a TPM. Alguns cuidados, como atividades físicas ou mesmo diminuir a quantidade sal na comida, podem ajudar a controlar os sintomas desta tensão. Veja abaixo:

1. PRATICAR ESPORTES

“A prática de atividades física promove a liberação de endorfinas, substâncias que atuam como um ‘antidepressivo natural’, causando bem estar e promovendo alívio dos sintomas da TPM”, explica Ana Lucia Beltrame, que sugere os exercícios aeróbicos como os mais eficazes.

2. DIMINUIR A QUANTIDADE DE SAL E CAFEÍNA

"A redução do sal diminui a retenção de líquidos, muito comum nesta fase, reduzindo o mal estar e o inchaço. Já a cafeína é um estimulante e sua a redução ajuda a diminuir a ansiedade desta fase”, diz a doutora.

3. DORMIR BEM

"A privação do sono está relacionada ao aumento de estresse e ansiedade." Por isso, ter uma noite de sono tranquila é importante para se sentir bem, principalmente nesses dias em que os hormônios estão à flor da pele.

4. ORGANIZAR A CARGA DE TRABALHO

"Os sintomas da TPM, principalmente os psicológicos, normalmente são uma exacerbação do estado emocional da paciente." Isso não significa abandonar o trabalho nesses dias, apenas que organizar a sua rotina e evitar alguns desgastes vai te ajudar a se sentir melhor.

5. CONTROLAR A CÓLICA

A cólica é um dos sintomas recorrentes durante a TPM e a menstruação e causa mal estar físico, que somado ao psicológico pode levar qualquer mulher a um ataque de nervos. “Invista na ingestão de chá, pois em uma crise de cólica, ele faz muito bem, sobretudo o de canela, uma especiaria anti-inflamatória, que ajuda a amenizar a dor. Os chás de hortelã e erva-cidreira também, pois têm um efeito calmante. O ideal é que sejam consumidos durante o período menstrual e também no restante do mês”, sugere a ginecologista Maria Cecília Erthal. Outro conselho da doutora Maria Cecilia é evitar a ingestão bebidas e refrigerantes à base de cola, como chá preto e outras bebidas cafeinadas. Essas substâncias podem estimular as contrações pélvicas, piorando o quadro de cólica. O chocolate também deve ser consumido com cautela, já que possui cafeína. "Opte pelo amargo, que contém triptofano e ajuda a produzir serotonina.”

Confira a matéria no site Chic.com - Gloria Kalil

Crédito da imagem: Portal Se Liga Mulher

quarta-feira, 11 de março de 2015

Fertilidade do homem também diminui com a idade, mostra pesquisa


Assim como as mulheres, alguns homens também podem se tornar menos férteis com a idade. E isso ocorre devido a fatores ambientais, como excesso de trabalho, pressão alta ou consumo de medicamentos. É o que concluíram pesquisadores da Universidade de Stanford e dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA.

Cerca de 7,5% dos homens norte-americanos procuram o médico devido a problemas de infertilidade. De acordo com o principal autor do estudo, o médico Michael Eisenberg, explorar as causas é importante, uma vez que os homens têm tido filhos cada vez mais tarde.

De acordo com ele, fatores ambientais interferem na qualidade do sêmen, ou seja, no número, na forma e na capacidade de se movimentar dos espermatozoides.

Trabalhos anteriores já haviam mostrado que atividade física intensa, ou então trabalho intenso, produz altos níveis de hormônios esteroides supra-renais, que levam à deficiência de testosterona. Um deles é o cortisol, produzido em resposta ao estresse. Ele acaba permitindo o esforço excessivo no trabalho e pode contribuir para o aumento da pressão e, consequentemente, para o uso de medicamentos.

Os pesquisadores analisaram o histórico de saúde, a atividade ocupacional e a qualidade do esperma de 456 homens com idade média de 32 anos. Todos eles estavam em relacionamentos estáveis e tentavam ter filhos.

Eles descobriram que 13% dos homens que executavam trabalhos pesados apresentaram baixa produção de esperma, em comparação com 6% dos que não eram muito ativos. E 21% dos participantes que tinham pressão alta tinham qualidade de esperma menor em comparação com 17% dos homens sem hipertensão. A qualidade do sêmen também se mostrou pior à medida que aumentava o número de medicamentos consumidos.

Além dos fatores citados, sabe-se que tabagismo, ocorrência anterior de DST, cirrose, exposição a toxinas ambientais, doença falciforme e desnutrição têm sido associados a problemas de fertilidade.

Pesquisas adicionais devem mostrar se mudanças de comportamento no trabalho ou cuidados médicos específicos podem combater esses efeitos negativos sobre a fertilidade nos homens.

Confira no blog do Dr. Jairo Bouer

quarta-feira, 4 de março de 2015

Dieta da fertilidade: alimentos ideais para quem quer engravidar



Todos nós sabemos que a alimentação saudável promove uma série de benefícios que levam ao bom funcionamento de nossas funções motoras e cognitivas. Todavia, para os casais que estão planejando a visita da cegonha, é importante saber que existem alimentos certos que ajudam os sistemas reprodutivos de homens e mulheres. A chamada 'dieta da fertilidade' pode auxiliá-los a alcançar a tão sonhada gravidez. No caso delas, passar a consumir alimentos saudáveis ajuda a preparar mais rápido o corpo para a gestação. Bem nutridas, elas melhoram a produção dos hormônios, o que por sua vez influencia nas funções ovulatórias. Para os homens, a alimentação adequada produzirá melhores espermatozoides, evitando doenças congênitas.

A dieta deve vir acompanhada, claro, de outros hábitos saudáveis, como evitar o tabaco e o excesso de álcool. O estilo de vida também é condicionante decisivo para a saúde e, quando o assunto é "ter um bebê", há que se revisar esses pontos da vida, como o estresse, o sedentarismo, as rotinas profissionais, as doenças neurológicas como a ansiedade e, fundamentalmente, os hábitos alimentares, que muitas vezes não recebem as devidas atenções. Uma dieta adequada contribui para reduzir a fadiga, o sono excessivo, os problemas de articulação, as dores abdominais, além de melhorar o humor e a energia.

Algumas mudanças na alimentação do dia a dia podem, de fato, equilibrar o bom funcionamento do organismo como um todo, o que impacta diretamente na capacidade reprodutiva de ambos os sexos. Aproximadamente 280 mil casais no Brasil convivem com problemas de infertilidade, segundo estimativa da Organização Mundial de Saúde. Apesar de suas inúmeras causas, não se pode ignorar a influência da dieta neste cenário.

Vegetarianos

Homens e mulheres vegetarianos também precisam rever as regras alimentares na época em que decidirem engravidar. O ideal é procurar um médico ou nutricionista para avaliar bem a situação. Em alguns casos pode-se haver a necessidade de compensar a carência de alguns nutrientes. Mulheres vegetarianas, por exemplo, costumam apresentar deficiência de zinco, importante mineral para a função reprodutiva que pode ser encontrado em ostras, carne vermelha, fígado de galinha e feijão.

O que evitar?

Para que o organismo não sofra os efeitos de uma alimentação desequilibrada, é preciso ter alguns cuidados. O sal em excesso e os temperos prontos, por exemplo, prejudicam a circulação sanguínea, aumentam a retenção de líquidos e, consequentemente, resultam em toxinas acumuladas. Produtos industrializados e prontos como congelados, hambúrgueres e pizzas devem ser evitados, pois são ricos em sódio e deficientes em vitaminas, minerais e antioxidantes, importantes e fundamentais para a fertilidade.

Boas fontes para fertilidade

Abaixo, os minerais e vitaminas e seus efeitos no aparelho reprodutor masculino e feminino, assim como em quais alimentos podemos encontrá-los:

Licopeno - Antioxidante muito estudado porque atua na regulação hormonal dos ovários, o que pode colaborar na regulação do ciclo ovulatório.

Alimentos: tomate, caqui, pitanga, morango, melancia, goiaba vermelha. 

Ômega 3 e 6 - Ação anti-inflamatória e proteção do aparelho reprodutor feminino.

Alimentos: azeite, oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, semente de abóbora, macadâmia, etc), linhaça; peixes (salmão, atum, sardinhas, anchovas).

Vitamina E - Melhora as funções do endométrio e do útero, e aumenta a vascularização da região. Para o homem esta vitamina melhora a qualidade dos espermatozoides.

Alimentos: oleaginosas, grãos integrais, óleos vegetais, grão de soja, couve, agrião, azeitonas, leite enriquecido.

Ferro - Importante para a formação dos glóbulos vermelhos. Em baixa, há o prejuízo da circulação sanguínea, o que prejudica a ovulação e pode estar relacionado ao mau desenvolvimento do feto.

Alimentos: carne, vegetais verdes escuros, leguminosas.

Zinco - Mineral importante para o casal, pois ele é fundamental na produção dos espermatozoides e contribui com os hormônios femininos.

Alimentos: nozes, carne bovina, gérmen de trigo, ostras, feijão.

Confira a matéria no site do portal Cidade Verde

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Vaporização vaginal traz riscos à saúde, alerta médico



Técnica conquistou a atriz Gwyneth Paltrow, mas especialistas divergem sobre a eficácia e os benefícios do procedimento


É só uma personalidade famosa aderir a um procedimento que, quase que instantaneamente, ele se populariza ou, pelo menos, atiça a curiosidade do público.

Dessa vez, o assunto é controverso: a atriz americana Gwyneth Paltrow declarou que é adepta da técnica de vaporização vaginal, em que a mulher senta em uma espécie de minitrono com ervas fumegantes sendo projetadas para cima juntamente com raios infravermelhos. No caso da atriz, a erva usada é a Artemísia. Segundo ela, o procedimento “limpa o útero e regula os hormônios”.

O ginecologista Paulo Gallo, diretor-médico do Vida, Centro de Fertilidade da Rede D’Or, rebate a afirmação: “Bobagem. Isso não tem absolutamente nenhum embasamento científico”.

Além de regular os hormônios, essa terapia inusitada promete também regular a menstruação e aumentar a fertilidade. Gallo explica que as promessas não têm fundamento. “Só vai esquentar a vagina ou deixar um cheiro diferente”, diz.

O médico explica que o útero não precisa de limpeza. “Ele descama mensalmente, o endométrio se renova para preparar o útero para receber um embrião. Com ou sem ervas, isso vai acontecer”, conta. “Além disso, o vapor só chegará até a vagina. Não vai conseguir passar pelo colo do útero, que é uma cavidade virtual e só existe se for expandida sob pressão”.

Gallo explica ainda que as causas da infertilidade são muitas e não há um produto, natural ou artificial, específico capaz de resolver todo o problema. “Pode ser por problemas tubários, como obstrução da trompa, problemas hormonais que prejudicam a ovulação, fatores anatômicos, miomas, endometriose. As razões que causam a infertilidade são diversas”, explica.

Risco x benefício


O diretor-médico do Vida alerta que essa prática pode trazer riscos à saúde. “Pode prejudicar, em vez de ajudar”, diz ele. A razão? Uma possível alteração no pH vaginal. “A vagina tem bactérias que a protegem, os lactobacilos vaginalis. Eles produzem um pH adequado que combate o crescimento de outras bactérias”, explica o médico. “O vapor das ervas pode até alterar a flora vaginal e deixa-la à mercê de bactérias”, conta.

Já o ginecologista Alfonso, membro da Federação Brasileira da Associação de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), vê algum aproveitamento ao menos no relaxamento causado pela “sauna” íntima. “Alguns banhos relaxantes podem ajudar a reduzir o stress, e assim auxiliar em uma melhor ovulação e consequente fertilidade. A vulva, que é a parte externa da vagina, merece os mesmos cuidados dermatológicos que a mão ou rosto, por exemplo. Uma vulva bonita reflete uma mulher saudável e atraente”, completa.

Confira a matéria no site do portal IG

Imagem: Rachel Murray/Getty Images

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Doenças mitocondriais podem ser evitadas através de reprodução assistida



Governo britânico debateu a legalização da transferência mitocondrial, procedimento que pode evitar doenças genéticas em bebês

As doenças mitocondriais são caracterizadas pela falha na produção de energia celular, afetando seriamente o funcionamento dos músculos e até mesmo dos neurônios. Além disso, são um pesadelo para mães que pretendem ter filhos, visto que são doenças hereditárias e, portanto, as crianças certamente terão tais doenças. No entanto, um novo procedimento científico pode reverter a situação e prevenir a passagem dos genes afetados para os fetos. Trata-se da transferência mitocondrial, também conhecida como técnica de substituição mitocondrial. Tal técnica foi bem sucedida em animais e consiste na inserção de genes mitocondriais obtidos de óvulos saudáveis de uma mulher doadora em embriões criados em fertilização in vitro. Por isso, o governo britânico debate hoje a legalização do procedimento, que pode salvar crianças das doenças mitocondriais.

Para conversar sobre o assunto, o programa Tema Livre, da Rádio Nacional do Rio de Janeiro, convidou os especialistas em Reprodução Humana Assistida, Maria Cecília Cardoso e Paulo Gallo, e o professor de Direito Civil, Rafael Esteves. Apesar dos benefícios da transferência mitocondrial, há uma polêmica em torno do procedimento, pois a criança nasceria com material genético de três pessoas. Todavia, o médico Paulo Gallo garante que os genes doados por este indivíduo servem somente para o bom funcionamento das mitocôndrias do futuro bebê: "A criança que vai nascer desse processo vai ter a carga genética do seu pai e da sua mãe biológicos e apenas 0,2% do material genético é que não vai ser nem do pai e nem da mãe. Mas é um material genético que não interfere nas características da criança, apenas do funcionamento da mitocôndria". Para ouvir o programa na íntegra, clique no player acima.

Confira o áudio do programa no site da Rádio Nacional do Rio de Janeiro

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Azeite de oliva pode aumentar a fertilidade, aponta estudo



Azeite de oliva pode ajudar a melhorar a fertilidade, de acordo com estudo que está em andamento na Universidade de Southampton, no Reino Unido.

De acordo com o levantamento, divulgado pelo site Daily Mail, a dieta com azeite de oliva pode aumentar as taxas de gravidez em até 40%.

Mais de cem casais que passaram por fertilização in vitro e usaram azeite na dieta participaram do estudo.

Os pesquisadores afirmaram que a ingestão de ômega-3 gordura poli-insaturada contido no azeite levaram ao desenvolvimento mais rápido do embrião após a fertilização in vitro.

Confira a matéria no Portal R7